E-commerce
Pedido pago
O cliente paga na vitrine. A Nive recebe o pedido, vira venda no Sistema Loja, baixa o estoque e deixa a NF-e modelo 55 pronta para a Secretaria da Fazenda. Desça a página: o fluxo se desenha do e-commerce até a autorização.
O caminho do pedido
Da vitrine até a Fazenda
E-commerce
Pedido pago
Sistema Loja
Venda + estoque
SEFAZ
NF-e autorizada
Três estações
Na vitrine
O cliente compra na Nuvemshop, na Loja Integrada ou no Mercado Livre. Só o pedido pago sai dali.
No Sistema Loja
O pedido vira venda de verdade: cliente cadastrado, itens mapeados, estoque baixado, canal da plataforma.
Na Fazenda
A venda online pede NF-e modelo 55. O XML vai assinado para a SEFAZ e volta autorizado, com DANFE.
O fluxo se desenha
A linha liga as estações conforme você lê. Cada passo é o que o Sistema Loja faz de verdade — da API da plataforma até o protocolo da SEFAZ.
Na vitrine
Passo 1 · Vitrine
Carrinho, frete e pagamento acontecem na plataforma que você já usa. A Nive não substitui a vitrine: ela escuta o que saiu de lá.
Nuvemshop, Loja Integrada e Mercado Livre continuam com o layout, o domínio e o checkout que o cliente já conhece. O Sistema Loja entra depois, no que a loja física precisa: estoque, cadastro e nota.
Passo 2 · Pagamento
Pedido abandonado, aguardando boleto ou recusado não entra. A sincronização espera a confirmação de pagamento da plataforma.
Isso evita venda fantasma no caixa e baixa de estoque de quem ainda não pagou. Cancelamento depois do pagamento também volta: a venda importada é cancelada e o saldo retorna.
Passo 3 · Aviso
Com o webhook cadastrado, o pedido pago chega em segundos. Se o aviso falhar, uma varredura periódica pega o que ficou para trás.
Você cola a URL pronta na tela da integração. Sem webhook, a Nive continua buscando sozinha de tempos em tempos. Os dois caminhos usam a mesma fila, então o pedido nunca entra duas vezes.
No Sistema Loja
Passo 4 · Conferência
A Nive casa o SKU e o código de barras da vitrine com o cadastro da loja. Sem mapa, o pedido fica pendente — não entra pela metade.
O mesmo vale para o comprador: nome, CPF/CNPJ, e-mail e telefone entram na base de clientes, sem duplicar quem já existia. Pedido repetido do webhook não vira venda repetida: cada um tem um mapa entre o código da plataforma e o código da loja.
Passo 5 · Sistema Loja
O pedido vira venda com número, itens, frete, desconto e canal da plataforma. Quem está no balcão vê o estoque baixar na hora.
Não é um recado, não é uma planilha. É a mesma venda que o PDV, o financeiro, os relatórios e a linha do tempo já entendem. O canal leva o nome da plataforma, então dá para separar o que saiu pela internet do que saiu pela arara.
Passo 6 · Estoque
A peça que saiu no site some também no Mercado Livre, na Loja Integrada e no PDV. Um estoque só, das duas portas — e das três vitrines.
O caminho inverso é o mesmo: vendeu a última peça no balcão, o site fica sem ela antes de o próximo cliente colocar no carrinho. A fila respeita o limite de chamadas de cada API e tenta de novo sozinha se a internet oscilar.
Na Fazenda
Passo 7 · Documento
Pedido de e-commerce não vira NFC-e. O Sistema Loja marca a venda para NF-e modelo 55 — o documento da operação não presencial.
A NFC-e é a nota do balcão, com o cliente na frente. A venda da internet é outra operação: destinatário com CPF ou CNPJ, endereço de entrega, presença pela internet. Por isso a Nive separa os dois caminhos e não deixa o pedido online cair no cupom.
Passo 8 · Assinatura
Com a NF-e de venda ligada, o sistema monta o XML, assina com o certificado A1 da loja e transmite para a Secretaria da Fazenda.
A venda importada já nasce pronta para essa emissão: itens, cliente, valores e tipo documental combinados. Você emite pelo Sistema Loja — a mesma tela das outras notas — e o certificado fica cifrado na loja, sem passar de novo pela tela.
Passo 9 · Autorização
A SEFAZ devolve a autorização com a chave de acesso. O XML fica arquivado e a DANFE pode ir junto com a mercadoria.
Se a Fazenda rejeitar, o sistema mostra o motivo em português — CPF incompleto, endereço faltando, produto sem NCM — em vez de um código solto. A venda continua no caixa; a nota só sai quando o documento estiver certo.
Por escrito
A integração não pede para você trocar de plataforma nem redesenhar a loja virtual.
Quem vende online já tem vitrine, domínio, meio de pagamento e política de frete. O trabalho da Nive começa no instante em que o pagamento é confirmado: pegar aquele pedido inteiro e colocá-lo no mesmo sistema em que a loja física já trabalha.
Sem isso, alguém abre o painel da plataforma todo dia, copia o pedido, digita no PDV e ainda assim vende no balcão uma peça que o site já levou. O prejuízo é duplo — o cliente da internet recebe um cancelamento, e o estoque da loja mente para os dois lados.
O aviso pode ser imediato (webhook) ou por varredura. Os dois caminhos convergem na mesma fila. Pedido pago entra uma vez. Pedido cancelado estorna. Pedido com SKU sem mapa espera, em vez de nascer pela metade.
Cliente, estoque, financeiro e relatório passam a enxergar a venda da internet como qualquer outra.
A venda importada ganha número, canal com o nome da plataforma, itens com o preço que o cliente pagou, frete e desconto. O comprador entra no cadastro. O saldo da grade cai no mesmo segundo — inclusive para quem está atendendo no balcão naquele minuto.
Isso é o que faz a integração durar além do primeiro dia. Não basta “puxar o pedido”: precisa casar produto, não duplicar cliente, não importar duas vezes o mesmo webhook e devolver o estoque quando a plataforma cancelar.
Se a loja tem mais de uma vitrine, o saldo novo é reenviado para todas. Vendeu no Mercado Livre, some na Nuvemshop. Vendeu no PDV, some no site. Um número só.
Pedido de internet não é cupom de balcão. A nota certa é a NF-e modelo 55.
A Secretaria da Fazenda trata a venda presencial e a venda a distância como operações diferentes. No balcão, com o cliente na frente, o documento é a NFC-e. No e-commerce, o destinatário está em outro lugar, a presença é pela internet e o documento é a NF-e — modelo 55.
Por isso o Sistema Loja marca o pedido importado para emitir depois como NF-e, e nunca deixa essa venda cair na NFC-e, mesmo que a loja emita cupom o dia inteiro no PDV. Quando a NF-e de venda está ligada, o XML é montado com os itens, o cliente e o endereço, assinado com o certificado A1 e enviado à SEFAZ.
A autorização devolve a chave de acesso. O XML fica no arquivo fiscal da loja. A DANFE segue com a mercadoria. Se a Fazenda recusar, o motivo aparece na tela — e a venda permanece, esperando o cadastro certo, em vez de se perder no meio do caminho.
Por baixo
O caminho rápido e o caminho de reserva usam a mesma fila. Um aviso perdido não é um pedido perdido.
CPF, e-mail e telefone do comprador vão para a base da loja. Quem já comprava no balcão continua sendo a mesma pessoa.
Caiu a internet, a plataforma demorou, a API pediu para esperar: o trabalho volta sozinho, sem você perceber.
Cada pedido, produto e variante tem um mapa entre o código da vitrine e o código da loja.
Conecte a vitrine, ligue os pedidos e emita a NF-e da venda online. A integração já vem nos 30 dias grátis.
do pedido pago até a autorização na SEFAZ.
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