Cupom fiscal eletrônico direto do PDV, com software PAF-NFC-e credenciado em Santa Catarina. A venda não para quando a internet cai, o cadastro é conferido antes de a SEFAZ rejeitar e o contador recebe os XMLs sozinho.
Sábado, 11h40. Fila de seis pessoas no caixa, uma cliente com o cartão na mão — e a internet cai.
Em muito comércio, esse é o momento em que tudo para: o sistema trava esperando a SEFAZ, o operador não sabe se a nota saiu, alguém sugere "anota num papel que depois a gente emite". A fila anda para a porta.
No Sistema Loja, a cliente nem percebe. O PDV entra em contingência, o cupom sai impresso, a venda fecha. Quando a conexão volta, as notas pendentes são transmitidas sozinhas. Ninguém precisou lembrar de nada.
É assim que a NFC-e deveria funcionar: do lado de fora do balcão, invisível. Do lado de dentro, com tudo o que o fisco exige.
Uma venda, do bip ao cupom
Bipe os produtos — NCM, CFOP e tributação vêm do cadastro, não da memória do operador
Receba no dinheiro, Pix ou cartão — com a maquininha integrada, os dados do cartão entram na nota automaticamente
Finalize
— a NFC-e é gerada, assinada e enviada para a SEFAZ/SC
Acompanhe a autorização na tela, em tempo real
Entregue o cupom com o QR Code de consulta — impresso direto, sem janela de impressão no meio
Nada disso pede um passo a mais do caixa. A parte fiscal acontece enquanto ele já está chamando o próximo cliente.
Quando a internet ou a SEFAZ caem
Contingência automática em falha de comunicação, com a contingência offline ligada nas configurações fiscais: a venda continua e a nota sai marcada como emitida offline, como a legislação manda
Transmissão automática das notas em contingência assim que a conexão volta
A tela mostra o que já foi transmitido e o que ainda está pendente — inclusive se alguma nota passou do prazo
A fila de emissão fica no servidor: fechar o navegador ou reiniciar o computador do caixa não faz nota se perder
A rejeição que nem chega a acontecer
A maioria das rejeições da SEFAZ nasce no cadastro do produto, semanas antes da venda. Um NCM digitado errado, um código de barras inválido, uma regra tributária em conflito — e a nota volta justo no sábado de movimento.
O Sistema Loja procura esses problemas antes:
Painel de saúde fiscal separando produto com erro (vai ser rejeitado) de produto com aviso (vale revisar)
NCM ausente, inválido ou fora da tabela oficial apontado item a item, com correção aplicada a todos os produtos daquele NCM de uma vez
A Nive AI sugere o NCM a partir da descrição — ela sugere, você confirma
Verificação de GTIN nas grades que vão para a nota
Avisos por operação, não só por cadastro: um produto impecável ainda pode gerar alerta quando a regra, a data e a UF se cruzam de um jeito errado
Catálogo tributário do ramo — padaria, moda, calçados, autopeças, materiais de construção e outros — para começar com as regras certas em vez de uma planilha em branco
Emitir agora, depois ou não emitir
Nem toda venda tem o mesmo momento fiscal. Na finalização o caixa escolhe:
Emitir agora — o padrão do balcão: a nota entra na fila e sai na hora
Emitir depois — quando a nota precisa esperar; ela fica pendente na venda e é emitida quando você mandar
Não emitir — para os casos em que a legislação permite
E se o carrinho tem produto e serviço juntos? O cliente paga uma vez só; o sistema separa a NFC-e da mercadoria e a NFS-e do serviço.
Cartão, Pix e impressão sem atrito
Maquininha Mercado Pago Point integrada: o PDV manda o valor para o equipamento e a bandeira do cartão vai para a NFC-e — entenda como funciona o TEF
Pix com QR Code gerado na finalização
Impressora térmica de 80 mm para o cupom, USB ou rede, com corte automático
DANFE NFC-e em folha A4 quando a mercadoria vai pelos Correios
O agente de impressão manda o cupom direto para a impressora, até a partir do celular
Optante do Simples Nacional? O texto obrigatório sobre crédito de ICMS entra na nota sozinho
Valor aproximado dos tributos no cupom, com a tabela IBPT oficial importada para a UF da loja
No dia da fiscalização
O PAF-NFC-e existe para que o fisco confie no software que emite a nota. O Sistema Loja é credenciado em Santa Catarina, na versão PAF-NFC-e 2.00 (Anexo III).
Menu Fiscal (MF) com as consultas que o fiscal pede na vistoria, a um clique
Arquivos exigidos pela legislação gerados pelo sistema, sem montagem manual
Checklist SC conferindo os requisitos do estado, item a item
XMLs guardados por 5 anos, inclusive das notas canceladas e reemitidas — nenhum documento some quando uma nota é refeita
Trocando de sistema sem perder a numeração
Veio de outro emissor com o mesmo CNPJ? O ponto de atrito clássico é a numeração: o número que o sistema novo escolhe já existe na SEFAZ, e a nota volta com a rejeição 539 — de novo e de novo.
O Sistema Loja reconhece essa rejeição, confere se a nota acusada não foi emitida por ele mesmo e sai da faixa do sistema antigo, com nova série ou a numeração que você indicar. Sem gerar nota em dobro para a mesma venda.
O fechamento do mês que não depende de ninguém
Todo dia 1, XMLs e DANFEs do mês anterior saem por e-mail para a contabilidade, em arquivos compactados
Exportações fiscais e relatórios para fechar o mês
Cancelamento, inutilização de numeração e consulta de notas anteriores pelo próprio sistema
O contador para de pedir arquivo por WhatsApp — e você para de procurar pasta no computador
Da assinatura à primeira nota, em Santa Catarina
Certificado digital A1 da loja cadastrado no sistema — com aviso 30, 15 e 7 dias antes de vencer, e o histórico de notas preservado quando você troca de certificado
Credenciamento: a Nive cuida do credenciamento do software; você vincula o PAF-NFC-e ao CNPJ da loja no SAT-SC
CSC de produção gerado pela SEFAZ/SC depois desse vínculo e informado no sistema
Cadastro fiscal revisado no painel de saúde fiscal, com o catálogo tributário do ramo
Notas de teste em homologação, sem valor fiscal, com a nossa equipe acompanhando
Virada para produção — e suporte próximo nos primeiros dias de operação
Durante o teste grátis você já configura tudo isso em homologação. Quando for para valer, a loja só vira a chave.
Para quem é
Para qualquer comércio de Santa Catarina que vende no balcão — mercado, padaria, loja de roupa, ótica, autopeças, materiais de construção — e quer uma NFC-e que não segura a fila, não depende de sorte com a internet e não vira dor de cabeça no fim do mês.
Sim. O Sistema Loja é PAF-NFC-e credenciado na SEF/SC. A emissão no PDV exige credenciamento da loja, certificado digital A1 e homologação na SEFAZ/SC.
Preciso de certificado A1 e CSC para emitir NFC-e?▾
Sim. O certificado A1 da empresa e o Código de Segurança do Contribuinte (CSC) da SEFAZ/SC são obrigatórios. Orientamos essa configuração no trial, em homologação, antes de ir para produção.
A NFC-e funciona se a internet ou a SEFAZ cair?▾
Sim. O PDV entra em contingência, a venda continua e a nota é transmitida depois, quando a conexão volta — dentro das regras da NFC-e em Santa Catarina.
Posso emitir NFC-e em outros estados?▾
Neste momento a NFC-e está disponível apenas em Santa Catarina. NF-e modelo 55 e NFS-e seguem regras próprias. Cadastre o interesse na home se sua loja é de outro estado.